​Rodrigo Pacheco se elege presidente do Senado no 1º turno

Foram 57 votos para Pacheco contra 21 para Simone Tebet

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Aliado do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e apadrinhado pelo senador Davi Alcolumbre (DEM-AP), Rodrigo Pacheco (DEM-MG) confirmou o favoritismo e se elegeu como o novo presidente do Senado já no primeiro turno da eleição. 

Foram 57 votos para Pacheco contra 21 para Simone Tebet (MDB-MS). Não votaram os senadores Jaques Wagner (PT-BA), Jarbas Vasconcelos (MDB-PE) e Chico Rodrigues (DEM-RR). Os dois primeiros justificaram a ausência por motivos de saúde, o último está licenciado do mandato. 


Pacheco disse que se guiaria pelo tripé de "saúde pública, desenvolvimento social e crescimento econômico", com ações de combate aos efeitos socioeconômicos negativos causados pela pandemia do novo coronavírus. 

Ele ainda se comprometeu a convocar reuniões da Mesa Diretora do Senado e discutir as pautas da Casa em conjunto com o colégio de líderes partidários de forma regular. A falta desses encontros, como gostariam, é uma crítica constante de parte dos senadores atualmente. 

Ao iniciar a votação, Pacheco e Simone trocaram apertos de mãos e até conversaram no plenário, enquanto os colegas decidiam o futuro do comando da Casa.

Pacheco se reuniu com Alcolumbre antes de começarem os trabalhos oficiais. Ao chegar ao plenário, o último cumprimentou aliados com calorosos abraços e apertos de mãos. Nos corredores do Senado, integrantes do bloco de Pacheco transitavam em um ritmo de vitória. 

Os outros três candidatos —Jorge Kajuru (Cidadania-GO), Lasier Martins (Podemos-RS) e Major Olímpio (PSL-SP)— abriram mão das próprias candidaturas em favor de Simone e anunciaram os votos nela. Antes, usaram o tempo de fala como postulantes à Presidência no plenário para criticar a gestão de Alcolumbre nos últimos dois anos. 

A eleição de cargos da Mesa Diretora ficou marcada para amanhã.


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