Conhecido como “Mão Santa”, Oscar enfrentava há anos uma batalha contra um tumor cerebral, diagnosticado em 2011. Apesar da longa luta contra a doença, a causa exata da morte não foi oficialmente divulgada.
Considerado o maior nome da história do basquete brasileiro, Oscar construiu uma carreira marcada por números impressionantes e feitos históricos. Ele participou de cinco edições dos Jogos Olímpicos e se tornou o maior cestinha da história da competição, com mais de mil pontos marcados. Ao longo de quase três décadas nas quadras, o atleta defendeu clubes importantes no Brasil e no exterior, além de ter sido peça fundamental na popularização do basquete no país. Mesmo sem atuar na NBA, foi reconhecido mundialmente e entrou para o Hall da Fama do basquete em 2013.
A família confirmou a morte por meio de nota e destacou o legado deixado pelo ex-jogador, lembrando sua trajetória de dedicação, talento e inspiração para gerações de atletas.
Com sua partida, o esporte brasileiro se despede de uma lenda — um atleta que transcendeu as quadras e eternizou seu nome na história.