Prefeito Douglas Melo se pronuncia sobre a greve do transporte público em Sete Lagoas
Na manhã desta quinta-feira (06/03), a população de Sete Lagoas, no interior de Minas Gerais, foi pega de surpresa com a paralisação dos funcionários da empresa concessionária responsável pelo transporte público da cidade. A interrupção dos serviços também mobilizou a Prefeitura Municipal, que classificou o movimento como ilegal e prometeu ações imediatas para resolver a situação.
O prefeito Douglas Melo se reuniu com parte de seu secretariado, incluindo representantes da Procuradoria Geral do Município e da Secretaria de Mobilidade Urbana, para discutir o impasse. Em pronunciamento oficial, ele destacou que a administração municipal está em dia com todas as obrigações contratuais junto à concessionária e criticou a paralisação, afirmando que ela prejudica diretamente os cidadãos que dependem do transporte público.
“Nos reunimos com Procuradoria Geral do Município e Secretaria de Mobilidade Urbana (Trânsito) nesta quinta-feira quando definimos várias ações da prefeitura, ações imediatas para que essa paralisação ela chegue ao fim, paralisação do transporte público que nós consideramos completamente ilegal”, declarou o prefeito. Ele reforçou que a empresa já havia sido beneficiada com um reequilíbrio de valores neste ano e que o município não aceitará a interrupção como algo normal.
Douglas Melo enfatizou ainda que a prefeitura está tomando medidas para proteger os colaboradores da concessionária e garantir o cumprimento das responsabilidades contratuais por parte da empresa. “O município de Sete Lagoas, se não tiver uma resposta favorável pelo retorno do transporte público, vai adotar outras ações emergenciais, mas certo é que nós não aceitaremos essa paralisação como algo normal. Vamos trabalhar firme para que a justiça faça seu papel e para que o município garanta o direito de ir e vir do cidadão dentro do transporte público”, concluiu.
A paralisação gerou transtornos para os moradores, que enfrentaram dificuldades para se deslocar ao trabalho, escolas e outros compromissos. Até o momento, a empresa concessionária não se pronunciou oficialmente sobre os motivos da greve. A população agora aguarda os desdobramentos das ações anunciadas pela prefeitura e uma solução que restabeleça o serviço essencial.
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